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Timor Leste


Capital: Díli

Presidente: Francisco Guterres
Moeda: Dólar dos Estados Unidos
Presidente: Taur Matan Ruak
População: 1,21 milhões (2012) Banco Mundial
Línguas oficiais: Língua portuguesa, Língua tétum
Governo: Estado unitário, República, Democracia, Parlamentarismo.

 

É um dos países mais jovens do mundo, e ocupa a parte oriental da ilha de Timor, no Sudeste

Asiático, além do enclave de Oecusse, na costa norte da parte ocidental de Timor, da ilha de Ataúro,

a norte, e do ilhéu de Jaco, ao largo da ponta leste da ilha. As únicas fronteiras terrestres que o país

tem ligam-no à Indonésia, a oeste da porção principal do território, e a leste, sul e oeste de Oecusse,

mas tem também fronteira marítima com a Austrália, no Mar de Timor, a sul. Com 14 874 quilômetros quadrados de extensão territorial, Timor-Leste tem superfície equivalente às áreas dos distritos portugueses de Beja e Faro somadas, o que ainda é consideravelmente menor que o menor dos

estados brasileiros, Sergipe. Sua capital é Díli, situada na costa norte.


Conhecido no passado como Timor Português, foi uma colônia portuguesa até 1975, altura em que

se tornou independente, tendo sido invadido pela Indonésia três dias depois. Permaneceu considera

do oficialmente pelas Nações Unidas como território português por descolonizar até 1999.

Foi, porém, considerado pela Indonésia como a sua 27.ª província com o nome de "Timor Timur".

Em 30 de agosto de 1999, cerca de 80% do povo timorense optou pela independência em

referendo organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU).


A língua mais falada em Timor-Leste era o indonésio no tempo da ocupação indonésia, sendo hoje

o tétum (mais falado na capital). O tétum e o português formam as duas línguas oficiais do país,

enquanto o indonésio e a língua inglesa são consideradas línguas de trabalho pela atual constituição

de Timor-Leste. Devido à recente ocupação indonésia, grande parte da população compreende a

língua indonésia, mas só uma minoria o português.


Geograficamente, o país enquadra-se no chamado sudeste asiático, enquanto do ponto de vista

biológico aproxima-se mais das ilhas vizinhas da Melanésia, o que o colocaria na Oceania e, por conseguinte, faria dele uma nação transcontinental.

 

A ilha caracteriza-se pela existência de uma crista central montanhosa de orientação este-oeste,

que divide o país na costa norte, mais quente e irregular, e a costa sul, com planícies de aluvião e

um clima mais moderado. O ponto mais alto do país, o monte Ramelau (ou Tatamailau), registra

2 960 metros de altitude, com quatro outros pontos a subirem acima dos 2 000 metros: o monte

Cablaque, na fronteira dos distritos de Ermera e Ainaru (Ainaro), os montes Merique e Loelaco, na

zona oriental e o Matebian, entre Baukau (Baucau) e Vikeke (Viqueque).


Apesar de ser um país tropical, a morfologia do território contribui para o aumento da amplitude

térmica anual, que varia entre os 15 ºC verificados nas regiões montanhosas e os 30 ºC verificados

em Díli e na ponta leste do país.

Timor-Leste possui um território de quase 15 000 km², ocupando a parte oriental da ilha de Timor.

O país é muito montanhoso e tem um clima tropical. A montanha mais alta de Timor é o Tatamailau,

com 2 963 metros de altitude. Com chuvas dos regimes das monções, enfrenta avalanches de terra

e frequentes cheias. O país possui mais de 1 000 000 de habitantes.5 6 Também pertencem ao

território timorense o enclave de Oecussi, na metade oeste da ilha de Timor, com 815 km², a ilha de Ataúro, ao norte de Díli, com 141 km², e o ilhéu de Jaco, na ponta leste do país, com 11 km².

 

Timor-Leste possui um clima de características equatoriais, com duas estações anuais determinadas

pelo regime de monções.


A fraca amplitude térmica anual é comum a todo o território e só o regime pluviométrico tem alguma variabilidade regional. Podem considerar-se três zonas climáticas: a situada mais a norte é a menos chuvosa (menos de 1 500 mm anuais) e a mais acidentada, com uma estação seca que dura cerca

de cinco meses.


A montanhosa zona central registra muita precipitação e um período seco de quatro meses. Por fim,

a zona menos acidentada do Sul, com planícies de grande extensão expostas aos ventos australianos, é bastante mais chuvosa do que o Norte da ilha e tem um período seco de apenas três meses.

 

O investimento secular de Portugal na sua colônia na Oceania não foi suficiente para a desenvolver adequadamente, tendo esta permanecido pobre até aos nossos dias.


Foram, no entanto, construídas algumas infraestruturas de saúde, ensino e transportes depois da

Segunda Guerra Mundial. O comércio de sândalo, uma das principais mercadorias do território

perdeu importância e a sua única fonte de rendimento passou a ser uma modesta produção de café.


A contribuição dada pela Indonésia na construção de infraestruturas foi superior ao de Portugal,

apesar de corresponder também a interesses próprios, como o do transporte mais rápido das

tropas ou da absorção sócio-cultural indonésia e descaracterização da cultura própria timorense.

No entanto, grande parte das edificações foi destruída pelas milícias pró-indonésias no período que

se seguiu à declaração de vitória dos independentistas: bancos, hotéis, escolas, centros de saúde,

entre outros. A já débil economia timorense foi completamente arrasada, tendo ficado dependente totalmente da cooperação internacional para a sua reconstrução.


A moeda oficial timorense é, desde 2000, o dólar dos Estados Unidos.

 

 

 

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   Editor Responsável: Filipe de Sousa

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