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Guiné-Bissau

Oficialmente República da Guiné-Bissau, é um país da costa ocidental de África que se estende desde

o  Cabo Roxo até à ponta Cagete.

Foi uma colônia de Portugal desde o século XV até proclamar unilateralmente a sua independência,

em 24 de Setembro de 1973, reconhecida internacionalmente  mas não pelo colonizador.

Tal reconhecimento por parte de Portugal só veio em 10 de Setembro de 1974.

A Guiné-Bissau foi a primeira colônia portuguesa no continente africano a ter a independência

reconhecida por Portugal.
Atualmente faz parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), das Nações

Unidas, dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e da União Africana.


Capital: Bissau

Presidente: José Mário Vaz
População: 1,664 milhões (2012) Banco Mundial
Hino nacional: Esta É a Nossa Pátria Bem Amada
Continente: África
Língua oficial: Língua portuguesa
Governo: Semipresidencialismo, República

 

O Guiné-Bissau é uma república semi-presidencialista e democracia representativa.


O PRS ocupa atualmente 28 dos 102 assentos na Assembléia Nacional e 18 dos 25 gabinetes do

governo.
Constituição: 16 de Maio de 1984, revista em: 4 de Maio de 1991, 4 de Dezembro de 1991, 26 de

Fevereiro de 1993, 9 de Junho de 1993 e 1996


Sufrágio: Universal a partir dos 18 anos. A ambiguidade legal persistia em Novembro de 2009, já

que a constituição adotada pela Assembléia Nacional em 2001 ainda não havia sido nem

promulgada nem vetada pelo presidente.

 

Com uma área de 36 126 km², o país é maior que a Bélgica, Taiwan, Haiti ou mesmo os estados

brasileiros de Alagoas e Sergipe.
O país estende-se por uma área de baixa altitude. O seu ponto mais elevado está 300 metros acima

do nível do mar. O interior é formado por savanas e o litoral por uma planície pantanosa. O período

chuvoso alterna com um período de seca, com ventos quentes vindos do deserto do Sahara.

O arquipélago dos Bijagós situa-se a pouca distância da costa.

 

A Guiné-Bissau, fortemente dependente da agricultura e da pesca, é objeto de um programa do FMI

(Fundo Monetário Internacional) para o ajuste estrutural. A castanha de caju, de que é hoje o sexto

produtor mundial, aumentou consideravelmente de preço em anos recentes. O país exporta peixe e

mariscos, amendoim, semente de palma e madeira. As licenças de pesca são uma importante fonte

de receitas. O arroz é o cereal mais produzido e um ingrediente típico e indispensável na alimentação.


Em 1998, a guerra entre facções apoiadas pelo Senegal e a junta militar que controlava o país destruiu

grande parte das infraestruturas e causou danos em todas as regiões, fazendo cair o PIB 28% naquele

ano, com uma recuperação parcial em 1999. A produção agrícola baixou cerca de 17% durante o

conflito.

Na produção de castanha de caju, a descida chegou a 30%. A piorar a situação, o preço deste último

produto caiu 50% no mercado internacional em 2000, agravando a devastação começada com a guerra

civil.

Antes da guerra, os maiores êxitos do governo tinham sido a reforma comercial e a liberalização dos

preços, tudo sob a tutela do FMI. A austeridade fiscal e o incentivo ao desenvolvimento do sector

privado deram novo fôlego à economia. Após a guerra civil, as medidas de recuperação lançadas pelo

governo (novamente com a ajuda do FMI e também do Banco Mundial) trouxeram alento à debilitada

economia e, em 1999, permitiram que o PIB recuperasse 8%.


As prospecções de petróleo, fosfato e outros recursos mineiros vão começar em 2010. Há já

extração de petróleo na zona de exploração conjunta com o Senegal.


A economia guineense acusou nos últimos 3 anos alguns avanços e, segundo o FMI, vai crescer este

ano 2,3%, devido ao aumento da produção e da exportação de castanha de caju e às receitas das

licenças de pesca. O país está otimista, pois já existem investimentos de grandes empresas

multinacionais em diferentes áreas, com destaque para o turismo.

 

A Guiné-Bissau possui um patrimônio cultural bastante rico e diversificado. As diferenças étnicas e

linguísticas produziram grande variedade a nível da dança, da expressão artística, das profissões,

da tradição musical, das manifestações culturais.


A dança é, contudo, uma verdadeira expressão artística dos diversos grupos étnicos.


Os povos animistas caracterizam-se pelas belas e coloridas coreografias, fantásticas manifestações

culturais que podem ser observadas correntemente por ocasião das colheitas, dos casamentos, dos

funerais, das cerimônias de iniciação.


O estilo musical mais importante é o gumbé.

 

O Carnaval guineense, completamente original, com características próprias, tem evoluído bastante,

constituindo uma das maiores manifestações culturais do País.


O músico José Carlos Schwarz é ainda hoje considerado um dos maiores nomes de sempre da

música guineense.

 

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   Editor Responsável: Filipe de Sousa

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